Aproveite o 13º salário para comprar o seu imóvel

Empresas têm até o dia 30 para pagar a primeira parcela do abono que pode servir como negociação da casa própria

Por O Dia

Rio - As empresas de todo país têm até o dia 30 deste mês para pagar a primeira parcela do 13º salário. Já a segunda parcela deve ser paga até o dia 18 de dezembro. E muita gente está contando com este dinheiro extra para quitar dívidas, mas, quem está com as contas em dias, pode aplicar o rendimento adicional na casa própria. Segundo especialistas, a bonificação pode contribuir para pagar as prestações em atraso do imóvel, adiantar as parcelas, dar entrada ou quitar o financiamento imobiliário.

“Com a variação de juros dos bancos, o ideal é buscar amortizar o saldo a financiar e tentar pagar prestações com juros mais baixos. Outra saída é tentar negociar com as construtoras benefícios como armários e linha branca, que antes seriam comprados com seu 13º salário”, diz João Paulo Matos, presidente da Calçada e da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi RJ).

Hebert Braz, diretor de Incorporação da Regional Rio de Janeiro da PDG, lembra que a compra da casa própria é uma das metas de muitas famílias para esse final de ano. “O momento é propício para comprar, com boas oportunidades. Usar o 13º salário para compor a entrada de um empreendimento é uma maneira de investir em algo duradouro, que proporcionará benefício para a família toda”, afirma Braz.

Vale lembrar que, como em toda negociação, é preciso cautela para garantir uma boa compra. Antes de aplicar o décimo terceiro na negociação do imóvel, Bruno Teodoro, diretor da Estrutura Consultoria, empresa que atua como correspondente imobiliário, orienta orçar os valores das unidades em diferentes empreendimentos na região escolhida, além de verificar a idoneidade da construtora.

“No caso do imóvel na planta, é importante guardar todos os informativos e as peças publicitárias”, completa Teodoro. Se for optar por financiamento, o diretor indica, primeiro, fazer um planejamento do orçamento familiar para identificar se as prestações vão caber no bolso. “A recomendação é não comprometer mais de 30% da renda com a quitação das parcelas. Em tempos de crédito mais escasso, a dica é ter um bom relacionamento com o banco para conseguir taxas de juros e condições mais acessíveis”, orienta o executivo.

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